Como tirar o esmalte rápido

16 de nov. de 2020

Alice Braga e Camila Márdila estão em inédito podcast de ficção ambiental

 






AÇÃO DE VISIBILIDADE PARA GOLFINHO MAIS AMEAÇADO DO PAÍS TAMBÉM TRANSFORMOU A TONINHA EM INFLUENCIADORA DIGITAL NO INSTAGRAM

É da atriz Alice Braga a voz da introdução do podcast “Toninhas: a extinção do golfinho invisível”. É ela quem faz a abertura do inédito podcast e alerta para o risco de  desaparecimento da espécie que vive no planeta há mais de um milhão de anos. Alice alerta que há quatro décadas a população das toninhas vêm diminuindo de forma significativa. O programa de ficção ambiental tem Camila Márdila como Bárbara, a personagem principal, e conta ainda com Nelson Baskerville e Luisa Micheletti no elenco. A iniciativa, do projeto Conservação das Toninhas, com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO), tem como objetivo dar visibilidade a este que é o golfinho mais ameaçado de extinção do país. Novos episódios entram no ar semanalmente em todas as plataformas digitais (https://anchor.fm/toninhas).

Na história, a atriz Camila Márdila é Barbara, uma jornalista investigativa de uma grande redação no Sudeste do país que é deslocada para cobrir uma tragédia ambiental em Ubatuba: o aparecimento de 33 carcaças de toninha na beira de uma praia. A personagem, inicialmente sem ligação alguma com pautas ambientais, aos poucos é convertida para a causa e mergulha nas questões que cercam a toninha. Ao final de cada episódio, o podcast traz entrevistas com cientistas e especialistas que explicam não só as características das toninhas, mas também as razões para a urgência nos esforços de conservação da espécie.

No Instagram, a toninha é a influenciadora digital @toninha_pontoporia. A ideia é mostrar que, mesmo invisível para a maioria, sua extinção pode influenciar a vida de todos nós. Hoje, acredita-se que haja cerca de 20 mil toninhas no país, espalhadas entre Rio Grande do Sul e Espírito Santo. Elas são tímidas e têm comportamento discreto, o que talvez explique por que são pouco vistas e conhecidas. Ameaçadas de extinção, as toninhas vivem em grupos que vão de 2 a 30 animais e podem ser encontradas também nos vizinhos Uruguai e Argentina.

O projeto Conservação da Toninha, que começou em 2015, é o maior esforço coordenado já feito no Brasil sobre a espécie. A pesquisa cobre toda a área em que esses golfinhos se encontram no país, do Rio Grande do Sul ao Espírito Santo. Ao longo destes cinco anos, enorme e inédito conhecimento vem sendo produzido. Informações sobre o tamanho dessa população, sua genética, distribuição pelo nosso litoral e a biologia da espécie são algumas delas. Entre as razões encontradas para a redução de sua população estão a perda de seu habitat, a poluição e sua captura acidental em redes de pesca.

A realização do Projeto Conservação da Toninha é uma medida compensatória estabelecida pelo Termo de Ajustamento de Conduta de responsabilidade da empresa Petrorio, conduzido pelo Ministério Público Federal – MPF/RJ, com implementação do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).


Sobre o FUNBIO

O Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO) é uma organização da sociedade civil privada, nacional, sem fins lucrativos, que trabalha em parceria com os setores empresarial, governamental, acadêmico e com a sociedade civil para que recursos estratégicos e financeiros sejam destinados a iniciativas efetivas de conservação da biodiversidade.

Desde o início das atividades, em 1996, o FUNBIO já apoiou mais de 300 projetos que beneficiaram mais de 250 instituições em todo o país. Tem extensa experiência na gestão de projetos e de ativos financeiros oriundos da cooperação internacional, de doações do setor privado e de obrigações legais do setor empresarial brasileiro.

O FUNBIO não trabalha com recursos do orçamento público brasileiro. Em 2015, foi acreditado como Agência Implementadora Nacional do GEF e, em 2018, como Agência Implementadora do GCF. Desde 2018, adota as políticas de salvaguardas sociais e ambientais da Corporação Financeira Internacional, IFC.

Vem aí a 31ª edição da Feira Nacional de Artesanato

 

Maior evento do gênero da América Latina e porta de entrada da arte popular de todo o Brasil,

feira será a primeira realização de grande porte no país após a retomada do setor.

31ª edição da Feira Nacional de Artesanato será realizada em Belo Horizonte entre os dias 1º e 6 de dezembro. A expectativa é total para este que vai ser o primeiro grande evento, em uma capital e envolvendo artesãos de todo o país, após a retomada das atividades do setor.


Serão seis dias de feira - que mais uma vez vai ocupar os pavilhões do Expominas, localizado na região oeste de BH - e cerca de 2 mil expositores, divididos em 600 stands. Os visitantes terão a oportunidade de conhecer a diversidade que caracteriza o artesanato brasileiro e adquirir peças únicas. E, é claro, garantir presentes de Natal para amigos e família - para todos os bolsos.


O público poderá ainda participar de oficinas gratuitas – de feltro, patchwork e reciclagem de CD´s. Haverá, também, stands de parceiros com programação especial, como a Ilha do Conhecimento, organizada pelo Ministério da Economia, por meio do PAB - Programa De Artesanato Brasileiro, que oferecerá cursos e palestras de capacitação para artesãos e visitantes; uma área de 1104 metros, com artesanato de todo o Brasil, assinado pelo SEBRAE Nacional e CRAB – Centro De Referência Do Artesanato Brasileiro; O Brasil de Norte a Sul, espaço do Ministério do Turismo, que apresentará as belezas naturais e pontos turísticos nacionais, além da SECULT apresentando 18 circuitos turísticos de Minas Gerais; Espaço Índios, com a presença de mais de 10 etnias de todo o país e muito mais.


A Feira Nacional de Artesanato é uma realização do Instituto Centro de Capacitação e Apoio ao Empreendedor (Centro Cape), ONG promotora do evento e braço do Mãos de Minas, que é a maior central de cooperativas de artesãos do Estado. E que, nestas três décadas, vem retratando a riqueza e a evolução do artesanato brasileiro, valorizando histórias de dedicação e luta de centenas de artistas que buscam manter vivas culturas tradicionais de Minas e do país.


Maior evento do gênero na América Latina, a 31ª Feira Nacional de Artesanato vai obedecer a um rígido protocolo sanitário, definido em parceria com a prefeitura de Belo Horizonte, reforçando ainda mais a prioridade da direção de garantir total segurança a todos os visitantes e artesãos presentes. “Nossa meta é realizar o evento. Nossa prioridade é a saúde de todos”, destaca Tânia Machado, presidente do Centro Cape.


Totens com álcool 70% serão disponibilizados por todo o pavilhão do Expominas, bem como higienização prévia de todo o material de montagem e mercadorias do evento, aferição de temperatura dos visitantes e dos expositores, uso de QRCodes para evitar troca de cartões de visitas, proibição de degustação nos stands de gastronomia, a não ser aqueles embalados individualmente, redução da capacidade e controle do total máximo de público simultâneo no local, exigência do uso correto das máscaras, entre outras medidas para prevenção da covid-19. Para garantir o distanciamento social, a feira terá uma nova configuração, com maior espaçamento entre os stands e mais ruas de circulação dentro dos pavilhões.

 


Feira virtual

A edição deste ano terá uma novidade que vai agradar os fãs de artesanato espalhados pelo Brasil. Quem não puder ir ao Expominas, seja pela distância, ser do grupo de risco da covid-19 ou qualquer outro motivo, poderá fazer uma visita virtual à 31ª edição da Feira Nacional de Artesanato.


Por meio de uma plataforma inovadora e interativa, o internauta terá a chance de conhecer os trabalhos e entrar em contato diretamente com todos os expositores presentes. Cada stand será registrado com imagens, formando uma visão 360º. de todo o evento.


Outro facilitador da feira virtual, é que ela ficará disponível até a próxima edição do evento, em dezembro de 2021, servindo de consulta para negócios durante todo o ano.

 

Ingressos

31ª Feira Nacional de Artesanato terá venda de ingressos antecipada pelo site do Sympla, para facilitar o acesso e evitar filas e aglomerações na entrada do evento.


Os valores variam entre R$ 10 e R$ 15, dependendo do horário escolhido. E o visitante tem opção, também, de comprar um combo, com entrada para até 4 pessoas, por R$ 50.


Confira:

Horário livre: R$ 15 (entrada válida para o dia escolhido e em qualquer horário)

Entrada até às 13h: R$ 10 (acesso válido para o dia escolhido)

Entrada após às 14h: R$ 10 (acesso válido para o dia escolhido)


Combos:

Família 4 visitantes: R$ 50 (ingresso válido para entrada única e em conjunto no dia escolhido, com horário livre)

(*) Obrigatório a apresentação de documento na entrada junto ao ingresso. Crianças até 12 anos e maiores de 60 anos têm entrada gratuita. Os ingressos estão sujeitos à espera em caso de lotação do evento



SERVIÇO:

31ª edição da Feira Nacional de Artesanato

Dias - 1º a 6 de dezembro de 2020

Local - Expominas (Belo Horizonte) - Avenida Amazonas, 6000 - bairro Gameleira

Ingressos: de R$ 10 a R$ 50 – venda pelo https://bit.ly/36CDaqI

Horários da feira: 10h às 21h

Site: www.feiranacionaldeartesanato.com.br

Instagram: @feiranacionaldeartesanato

Facebook: /feiranacionaldeartesanato

 


Experiência inédita da ExCompanhia de Teatro conta com participação online do público em jogo sobre o sentido da vida

 


Em ExReality, elenco expõe ao público a tela de seus smartphones durante 9 dias, em uma espécie de reality show interativo, confundindo os limites entre realidade e ficção



A ExCompanhia de Teatro apresenta, entre 06 de novembro e 05 de dezembro, a experiência cênica inédita ExReality, patrocinada pela Porto Seguro. Em formato único criado pelos artistas Gustavo Vaz, Bernardo Galegale e Gabriel Spinosa, trata-se de um experimento artístico-social onde tudo pode acontecer. Três integrantes do grupo – Bárbara Salomé, Johnnas Oliva e Thiago Andreuccetti – irão transmitir ao vivo, ininterruptamente, as telas de seus smartphones e o que for capturado por suas câmeras e microfones, durante 9 dias consecutivos. Eles participarão de um reality-show que busca encontrar o sentido da vida e terão sua vida online exposta, participando de desafios e concorrendo a um prêmio no final.


O público terá a oportunidade de participar efetivamente dessa narrativa, interagindo com os três artistas do grupo, tornando-se, assim, também personagens da experiência. Ao adquirir seu ingresso pela internet, o público terá acesso a uma plataforma exclusiva que apresentará em tempo real e ao vivo a tela dos celulares dos três participantes do ExReality, onde poderão ver todos os registros, comandos, ligações, mensagens trocadas, pesquisas na internet, navegações em aplicativos, entre outros inúmeros hábitos da utilização de celular. Ainda, através de enquetes exclusivas na plataforma, o público definirá rumos importantes da trama, escolhendo inclusive algumas ações futuras a serem executadas pelos artistas. Por fim, o público, em alguns momentos, poderá até mesmo receber ou enviar objetos para os atores participantes da experiência e, quem sabe, encontrá-los ao vivo.


Ao longo dos 9 dias, o programa ExReality será comandado por um apresentador – Daniel Warren - que trará diariamente e também ao vivo, sempre às 21h30, um resumo com os principais eventos da experiência, além de ser o regente do jogo rumo ao programa final que irá definir o grande vencedor.


O desenrolar dessa forma inusitada de reality abre espaço para o imprevisível: afinal, que novos mundos surgirão a partir de relações estritamente virtuais? É possível construir sentidos dentro do isolamento que as telas nos impõe? O que descobriríamos se tudo o que fazemos em nossos smartphones - o lugar onde hoje existimos e nos relacionamos continuamente - fosse exposto 24 horas por dia na internet? Estaria no conteúdo produzido nestes aparelhos a chave para vislumbrarmos o que nos tornamos, para onde vamos e o que seremos num futuro próximo?


Resumo

Três participantes estão dentro de uma espécie de reality show online em busca do sentido da vida e de um prêmio, onde tudo o que se passa na tela dos seus celulares será exposto 24 horas, durante 9 dias seguidos. O público pode acompanhar, participar e até mesmo definir os rumos da experiência através da interação com a plataforma criada para o projeto e do contato direto com os participantes e o apresentador do programa. 


O Conceito 

Nossa vida é online. Nossa vida é online?


É possível encontrar algum sentido para a vida, para o acontecimento do existir sob a perspectiva claustrofóbica das telas, das relações virtualizadas e da distância carnal entre seres humanos?


A pandemia mundial nos relegou ao isolamento social, já experimentando de forma parecida nos últimos anos no espaço virtual da internet, ao nos isolarmos cada vez mais em nossas bolhas sociais construídas por algoritmos. Ultimamente, nossa rotina passou a ser ainda mais virtual, buscando de alguma maneira repor as ausências de tudo aquilo que era presencial. Com isso, os smartphones se tornaram ainda mais essenciais na vida de uma grande parcela da sociedade, se transformando no principal instrumento de mediação entre nós e o mundo. Notícias, redes sociais, ligações, mensagens, mercado, farmácia, trabalho, reuniões, Zoom, WhatsApp, Skype, Meet, Youtube, Twitter, LIVES… é infindável a lista de interações online que tomam conta da nossa vida. Pesquisas mostram que o tempo mensal de usuários em apps móveis cresceu 40% no 2º trimestre mundial deste ano  e no Brasil, quem tem um smartphone, fica conectado mais de 9 horas por dia na internet.


Olhar para nossa vida virtual hoje é, talvez, tocar um lugar profundamente íntimo do humano. É acessar o espaço onde hoje existimos em grande parte do nosso tempo. E o que significaria acessar sem barreiras o lugar que guarda nossos segredos mais profundos, o smartphone? O que ou quem realmente encontraríamos ali?


Num momento onde o futuro é incerto e os significados se tornam escorregadios, a ExCompanhia propõe uma espécie de experimento social artístico que aproxima o público dos atores, com suas identidades e redes sociais reais através de uma dramaturgia rica em detalhes que se estende por nove dias, buscando revelar o que estamos construindo (e também destruindo) em nossas relações virtuais e isoladas.


Vivemos dentro de lives, videochamadas, filtros e áudios, e hoje o Grande Irmão está mais próximo do que nunca, bem na palma de nossas mãos. Nós somos, finalmente, o olho que tudo vê, mas, será que estamos realmente enxergando o que nos acontece? Afinal, algo ainda nos acontece? Estamos cada vez mais informados, sabemos de quase tudo o que se passa no mundo, mas, com que qualidade e profundidade cada um de nós é atravessado pela experiência de estar (ao) vivo? O que nos tornaremos depois disso tudo?


A utilização do formato de um reality-show que flerta com o absurdo traz em si questionamentos intrínsecos sobre a busca dos sentidos profundos da experiência humana, quando por exemplo somos lançados num mundo angustiante de regras confusas, que não servem para todos, onde apenas os vencedores parecem ter importância. Sendo assim, é possível ser livre e buscar os próprios sentidos num mundo de testes constantes, onde o que você precisa só é relevante se interessar para uma maioria qualquer? É possível ser livre quando somos observados o tempo todo ou quando escolhemos sermos observados o tempo todo? É possível construir algo coletivamente num mundo absolutamente competitivo? É possível contar com o outro no processo de descoberta dos sentidos para estarmos aqui, juntos?


A nova obra da ExCompanhia de Teatro propõe-se com um espaço de questionamento, onde realidade e ficção andam juntas em direção à criação de uma experiência única e significativa para o público contemporâneo. Comandada por um apresentador e mediador do show, a experiência se apresenta como um espaço um tanto quanto absurdo de observação da jornada de três pessoas em busca de algum sentido para (sua própria) vida, disputando entre si para delegar ao público a escolha do, quem sabe, "melhor" sentido da vida, dentro de um mundo virtual de competição, exposição e com regras estranhas. Mas, no final das contas, não seria este espaço uma metáfora sobre a própria vida?


A ExCompanhia de Teatro

Experiência é a palavra que norteia a pesquisa do grupo. A partir de projetos imersivos, que possibilitam vivências únicas para cada pessoa, a ExCompanhia de Teatro busca em suas obras criar espaços de encontro - tanto virtuais quanto presenciais - utilizando a mistura de linguagens ao olhar para nosso "espírito da época" na construção de formatos singulares e inovadores. Em nosso primeiro projeto "EU - Negociando Sentidos" (2012/2013 - São Paulo/ BRA e Munique/ALE) cerca de 20 pessoas vivenciaram uma experiência cênica transmídia com 1 mês de duração, onde o público construía uma relação íntima com personagens ficcionais em encontros virtuais nas redes sociais e na internet, e em encontros presenciais, individuais e coletivos, numa casa e no espaço público da cidade. A obra discutia os limites entre realidade e ficção, e questionava as identidades que criamos para existir no mundo contemporâneo ao apresentar os conflitos entre Léo e Sofia, um performer em crise existencial e sua namorada que escondia um passado terrível. 


"Frequência Ausente 19Hz" (2015 - dias atuais) foi apresentado em diversas cidades e em importantes festivais do país, como na Mostra Oficial do Festival de Curitiba 2018, e também no exterior, como no Festival Imaginarius (2016) em Portugal e no FIAT (2017) de Montenegro, onde venceu o Special Award por sua dramaturgia inovadora. A experiência individual, criada e adaptada especialmente para cada cidade, leva autonomamente o público pelas ruas, munidos com seus smartphones e acompanhados por um personagem invisível em áudio 3D, tecnologia que cria a sensação de presença física do que é escutado por fones de ouvido. O ator, que misteriosamente se desmaterializou diante da plateia vazia na estreia do seu monólogo, leva a todos para uma jornada existencial única a partir de uma dramaturgia site-specific que mescla fatos ficcionais com a memória histórica e real do espaço ao redor. O projeto, confirmando seu caráter altamente adaptável, foi realizado dentro do prédio do SESC Avenida Paulista em 2019 e rebatizado de frequencia_ausente.doc. Inspirado na trama e formato originais, o público, também individualmente e autonomamente, seguia os traços de um ator desaparecido a partir de um exposição interativa e imersiva, que se transformava numa experiência cênica quando o personagem, mais uma vez, "ressurgia" invisível em áudio 3D.


Em 2017 foi lançado O Enigma Voynich, série em aplicativo de smartphone, totalmente produzida em áudio 3D e grafite digital, onde o público se tornava o historiador José, o personagem central de um thriller de suspense que girava em torno do misterioso manuscrito Voynich, um livro real e indecifrável. O público acompanhava, a partir do ponto de vista da personagem, sua busca obsessiva pela tradução do manuscrito ao mesmo tempo que tentava frear uma crescente perda de memória. O projeto discutia nossa constante transferência de dados e lembranças para plataforma virtuais e a existência das bibliotecas no contemporâneo como símbolos de preservação da memória humana. Três bibliotecas públicas na cidade de São Paulo eram visitadas pelo público autonomamente para o desbloqueio de algumas cenas da trama. O aplicativo ainda está disponível para download.


Por fim, em 2020, Gustavo Vaz e Débora Falabella, a partir da pesquisa e em parceria com a ExCompanhia criaram Se Eu Estivesse Aí, uma websérie imersiva em um formato incomum, onde o público experimenta, em primeira pessoa, episódios com cerca de 6 minutos gravados com áudio 3D. A trama traz um casal recém-separado e isolado pela pandemia global do COVID-19 que tenta resolver o fim de seu relacionamento por meio de mensagens de áudio no WhatsApp. A imaginação dos personagens transforma cada mensagem em um encontro impossível com o outro que não existe. O projeto foi lançado na plataforma Gshow, da rede Globo, e em nossos perfis do Instagram e, somadas as duas plataformas, o projeto já alcança mais de 300 mil visualizações.


SERVIÇO

ExReality

Quando: Duas apresentações com duração de 9 dias cada.

- Primeira apresentação (estreia) – de 6 de novembro às 21h30 a 14 de novembro de 2020.

- Segunda apresentação – de 27 de novembro às 21h30 a 5 de dezembro de 2020.

              - Entradas do apresentador, sempre às 21h30

Local: Plataforma online exclusiva – www.exreality.com.br 

Duração: 9 dias por sessão

Classificação indicativa: 16 anos

Ingressos: A partir de R$20 com 20% da bilheteria doados a instituições de apoio à classe


TEATRO PORTO SEGURO

Vendas exclusivamente on-line no sitehttp://www.tudus.com.br

Dúvidascontato@teatroportoseguro.com.br

Atendimento pelo telefone (11) 3226.7300 de sexta a domingo das 14h às 20h.

Cliente Porto Seguro: Na compra de um ingresso antecipado (até um dia antes) receberá um link extra de acesso para convidar alguém.  

Formas de pagamento: Cartão de crédito e débito (Visa, Mastercard, Elo e Diners).

 

Ficha técnica

Criação, dramaturgia e direção geral: Gustavo Vaz, Bernardo Galegale e Gabriel Spinosa

Artistas participantes: Bárbara Salomé, Johnnas Oliva e Thiago Andreuccetti

Apresentador: Daniel Warren

Agradecimentos especiais: Ivy Donato, José Sampaio, Juliana Pina

Videoarte e Plataforma ao vivo: Flávio Barollo

Arte gráfica e fotos: Patrícia Cividanes

Consultoria streaming: Cassio Zerbinato

Desenvolvimento de plataforma: BNP Soluções em TI

Mídias sociais: Thompson Loiola/ 99 Comunicação

Technical Advisor: Gustavo Perri Galegale

Assistente de direção: Fernanda Gama e Felipe Aidar

Produção:  Ludmila Picosque e Graciane Diniz

Direção de produção: Gabi Gonçalves

Realização: ExCompanhia de Teatro

Patrocínio: Teatro Porto Seguro


12 de nov. de 2020

Manifesto da Autoestima estreia na lista de mais vendidos





 Escrito por Patrícia Cândido, best-seller internacional e CEO da Luz da Serra, a obra é um verdadeiro guia para resgatar a autoconfiança

Já na primeira semana de lançamento, o livro Manifesto da Autoestima foi um sucesso de vendas e entrou para a lista de mais vendidos do Brasil. Publicada pela Luz da Serra Editora e escrita pela pesquisadora, empresária e autora best-seller Patrícia Cândido, a obra oferece ajuda a quem busca resgatar sua autoconfiança e abandonar o medo de ser autêntica, independentemente do que os outros pensem.

Com mais de 3.500 exemplares vendidos em apenas uma semana, o livro ocupa a primeira posição no Ranking Geral e na categoria de Autoajuda da PublishNews. Além disso, está em segundo lugar na lista da Veja – a principal do mercado editorial nacional.

Vale lembrar que as obras de Patrícia Cândido já lideraram outras listas de mais vendidos no Brasil e também na Europa, tornando-a uma escritora best-seller internacional. Sua obra Código da Alma ficou na lista de mais vendidos da FNAC em Portugal, após o lançamento com sessão de autógrafos em 2019.

Sinopse: Os outros querem que você emagreça, que se vista de uma forma que não combine com seu estilo, que trabalhe em um lugar que não gosta, que permaneça em um relacionamento tóxico, enfim, que se torne uma pessoa que não é? Você está passando por um grande sofrimento? Está definitivamente cansado de tudo isso? Saiba que não está só! Neste livro, você terá ferramentas que vão lhe ajudar a “colar todos os caquinhos que se quebraram”. Patrícia Cândido traz exercícios e práticas poderosas para você sair desse círculo vicioso e reconstituir a pessoa incrível que você é! Este livro nasceu justamente para você se tornar a pessoa que nasceu para ser, e não o que os outros querem que você seja. Que você passe a se aceitar e a se amar do jeito que você é hoje. Que tenha mais autoestima, segurança e confiança, para que possa assumir as rédeas da própria vida e encontrar a felicidade.

Ficha Técnica:
Título
: Manifesto da Autoestima
Subtítulo: desprograme toda a insegurança que o mundo te impõe
Autora: Patrícia Cândido
Editora: Luz da Serra Editora
ISBN: 978-65-88484-00-5
Preço: R$ 59,90
Páginas: 296
Formato: 16x23cm
Link de compra: Luz da Serra Editora ou Amazon





Sobre a autora:

 Patrícia Cândido é escritora best-seller internacional, com mais de 16 obras publicadas. Filósofa e pesquisadora na área da espiritualidade há quase 20 anos, é mentora e palestrante internacional, com mais de 120 mil alunos em seus treinamentos. CEO do Grupo Luz da Serra, a autora se orgulha muito de dizer que é cofundadora de uma empresa genuinamente espiritualista. Como conferencista, ministrou mais de 2 mil palestras e workshops presenciais, somando um público superior a 50 mil pessoas. Destaque no Canal Luz da Serra do YouTube, que conta com mais de 1,7 milhão de seguidores, ela aborda assuntos relacionados a bem-estar e espiritualidade que mudam a vida de milhares de pessoas diariamente. Patrícia é Embaixadora Mundial da Fitoenergética. Largamente reconhecida pela imprensa nacional, já colaborou com revistas como Negócios, Exame, Bons Fluidos e Glamour. Além de participar de programas como o Super Poderosas, da Band, e a Revista da Cidade, da TV Gazeta, já teve artigos publicados no Estadão, Catraca Livre e Mundo Positivo.

Seu Jorge participa da Série No Meu Canto da PUCRS Cultura



O artista carioca conversa sobre sua trajetória musical e apresenta canções ao vivo 


No dia 12 de novembro, quinta-feira, às 21h, o cantor, compositor e multi-instrumentista Seu Jorge participa da série de lives No Meu Canto. Com mediação do diretor da PUCRS Cultura, Ricardo Barberena, o artista conversa sobre a sua carreira musical e canta algumas de suas canções ao vivo. A transmissão acontece via o Facebook da PUCRS Cultura e o Canal da PUCRS no YouTube – onde fica disponível para acesso posterior. 

 

Criada pela PUCRS Cultura, a série de lives No Meu Canto tem como objetivo mostrar a diversidade de vozes e estilos que fazem parte da música brasileira. Desde março deste ano, com uma pequena pausa em julho, artistas gaúchos e de outros cantos do Brasil participam do projeto através de apresentações em formato caseiro e intimista, cantando e conversando com o público a partir de suas próprias casas.  

 

Sobre o artista 

 

Jorge Mário da Silva, conhecido pelo nome artístico Seu Jorge, nasceu no Rio de Janeiro, em 1970. Desde a adolescência, frequentava rodas de samba e logo passou a cantar nas noites cariocas. Sua vida começou a mudar quando, descoberto pelo clarinetista Paulo Moura, fez um teste para um musical. Aprovado, acabou por participar de mais de 20 espetáculos com o Teatro da Universidade do Rio de Janeiro, como ator e cantor. Em 1997, passou a integrar a banda Farofa Carioca e, em 1998, lançou o disco Moro, no Brasil, em Portugal e no Japão. Recebeu o apelido Seu Jorge do amigo e baterista Marcelo Yuka. Iniciou sua carreira solo em 2001, com o CD Samba Esporte Fino. Em 2003, lançou o álbum Cru e, em seguida, outros trabalhos de grande importância. Como ator, participou de diversos filmes, como Cidade de Deus (2002) e Tropa de Elite 2 (2010). Em 2009, recebeu o Prêmio Multishow de Música Brasileira - Melhor Cantor e, em 2012, o Grammy Latino – Melhor álbum pop contemporâneo

 

Sobre o mediador 

 

Ricardo Barberena nasceu em Porto Alegre, em 1978. Possui Graduação (2000), Doutorado (2005) e Pós-Doutorado (2009) na área de Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É Diretor do Instituto de Cultura da PUCRS, Coordenador Executivo do DELFOS/Espaço de Documentação e Memória Cultural e professor do Programa de Pós-Graduação em Letras da PUCRS. Coordena o Grupo de Pesquisa Limiares Comparatistas e Diásporas Disciplinares: Estudo de Paisagens Identitárias na Contemporaneidade e é membro do Grupo de Estudos em Literatura Brasileira Contemporânea (GELBC).    

 

SERVIÇO: 

O QUE?  Série No Meu Canto conta com a participação de Seu Jorge 

QUANDO? 12/11/2020, às 21h 

ONDE? Facebook PUCRS Cultura e Canal da PUCRS no Youtube 

4 em cada 10 homens deixaram de procurar o urologista durante a pandemia


Levantamento do HCor também aponta queda de 41% na realização do PSA, um dos exames de rastreamento para o câncer de próstata

Um levantamento realizado no HCor aponta que quatro em cada 10 homens deixaram de lado sua consulta com o urologista desde o início da pandemia. A análise compara dados de março a setembro de 2019 com o mesmo período deste ano.

A redução significativa nos consultórios urológicos da instituição foi acompanhada pela queda na realização da coleta do PSA (antígeno prostático específico), um dos exames solicitados para rastreamento do câncer de próstata em homens assintomáticos.

“Nos meses de abril e maio, quando tivemos um isolamento social mais rígido no estado, essa proporção chegou a ser inversa, ou seja, a cada 10 homens somente três mantiveram sua rotina de consultas”, destaca o urologista do HCor, Dr. Alexandre Pompeo.

Pompeo reforça que a ida aos consultórios e a realização de exames de sangue e toque permite não somente o diagnóstico precoce do câncer de próstata, como também quadros de prostatite – infecção ou inflamação da próstata – e hiperplasia benigna da próstata, que ocorre quando há aumento de tamanho da glândula.

De acordo com o especialista, isoladamente, o PSA não auxilia na tomada de condutas clínicas. Por isso, a comunidade médica defende um rastreamento que contemple avaliação de fatores de risco e histórico familiar, bem como a realização do toque retal e outros exames complementares.

A Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) orienta que consultas periódicas devem ser feitas por todos os homens acima de 50 anos, ou a partir dos 45 anos, por aqueles que apresentam fatores de risco, tais como: história de câncer de próstata na família, obesidade ou pacientes negros.

Sobre o câncer de próstata

O Novembro Azul é mundialmente conhecido como o mês de conscientização e combate aos tumores de próstata, promovendo a prevenção da doença, que é, hoje, o tipo de câncer mais frequente em homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma).

A estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) é de 65,8 mil novos casos para cada ano do triênio 2020-2022 no Brasil. No entanto, segundo o urologista, se diagnosticados precocemente, esses casos têm até 90% de chances de cura.

“O câncer de próstata costuma ser silencioso. Sinais e sintomas como micção frequente, fluxo urinário fraco ou interrompido, vontade de urinar frequentemente à noite, sangue na urina ou no sêmen e disfunção erétil, costumam aparecer somente em quadros mais avançados” explica.

 

Sobre o HCor

A instituição iniciou as atividades em 1976, tendo como mantenedora a Associação Beneficente Síria, que completou 100 anos de atividades filantrópicas em 2018. O HCor ganhou projeção mundial no cenário da saúde, tornando-se referência em cardiologia. Hoje, além do escopo de atendimentos cardiológicos, o hospital oferece serviços de excelência também nas áreas de neurologia, oncologia, ortopedia e medicina diagnóstica, ganhando destaque como um hospital multiespecialista. Conta com acreditação internacional da Joint Commission Internation (JCI) desde 2006.

Certificado pela American Heart Association (AHA), o Centro de Ensino capacita e atualiza milhares de profissionais anualmente. Na ciência, o Instituto de Pesquisa HCor coordena estudos clínicos multicêntricos nacionais e internacionais. Há 10 anos, o HCor é parceiro do Ministério da Saúde no Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS), colaborando com políticas públicas e iniciativas de aprimoramento para mais de 150 centros médicos de todo País.

 

Neste sábado, 14 de novembro, celebra-se o Dia Mundial do Diabetes

 Especialistas do HCor esclarecem dúvidas gerais sobre a doença

O diabetes pode causar o aumento da glicemia e as altas taxas podem levar a complicações no coração, nos rins, nos nervos e olhos, tendo relação direta com a catarata e possível cegueira. 

Apesar de ser um problema de saúde com alta incidência, atingindo quase 17 milhões de brasileiros adultos, o diabetes ainda gera muitas dúvidas e receios em grande parte da população.

Para se ter ideia, uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha, em 2018, apontou que somente 15% dos entrevistados citaram espontaneamente a doença quando perguntados o nome que corresponde ao aumento do nível de açúcar no sangue.

Estimativas indicam que entre 30% e 35% das pessoas não sabe que têm diabetes, ou seja, um terço da população diabética ainda não foi diagnosticada e, portanto, não se cuida e não faz o controle da glicemia. 

No HCor, atualmente, dois grandes são conduzidos a fim de beneficiar pacientes com diagnóstico de diabetes. O primeiro, NUGLIC, busca avaliar a efetividade de uma estratégia nutricional e contribuir com o desenvolvimento de material e outras táticas para melhorar o monitoramento da glicemia em pacientes diabéticos.

Já o segundo, ENDOCRINE, visa determinar um marcador de risco que possa ser usado de forma isolada ou combinado às características clínicas dos pacientes, auxiliando no diagnóstico precoce das complicações do diabetes numa abordagem de atenção primária em locais com poucos recursos e na implementação de novas intervenções terapêuticas neste grupo de pacientes.

Para falar sobre as pesquisas e também para esclarecer dúvidas gerais sobre a doença, neste dia 14 de novembro, data em que se comemora o Dia Mundial do Diabetes, os especialistas do HCor estão à disposição para entrevistas.

 

Selo Caveirinha, da DarkSide Books, lança quatro livros inéditos

 




FILHOS DA QUARENTENA, TÍTULOS REÚNEM AUTORES E ILUSTRADORES BRASILEIROS PREMIADOS: 

MARCEL SOUTO MAIOR + MARIANA MASSARANI

FERRÉZ + FERNANDO VILELA

RAPHAEL GANCZ + MARIANA COAN

E WESLEY RODRIGUES

A quarentena deu cria. Quatro filhotes nasceram da reclusão, da reflexão e do trabalho de sete artistas brasileiros. Biógrafo de Chico Xavier, o autor Marcel Souto Maior transformou uma noite de insônia em “Nós, os ETs”. O texto foi teclado quase todo de uma só vez e sofreu algumas mudanças depois, todas fruto da troca com Mariana Massarani, artista visual icônica no meio da literatura infantil, que aceitou o desafio de construir essa dupla com Marcel. São histórias assim, nascidas num ambiente de criatividade reclusa, que deram vida aos quatro livros que acabam de ser lançados pelo selo Caveirinha, da DarkSide Books, inteiramente dedicado ao público infantil.

O universo mágico da DarkSide e seus selos ganham novos territórios e novos personagens. Conhecido por sua poesia franca e direta nascida na periferia de São Paulo, Ferréz transforma uma história de dor em uma homenagem à memória, em “Anna e o Balão”, que ganha as cores e os traços de Fernando Vilela. A Caveirinha também promoveu o encontro de Raphael Gancz (texto) e Mariana Coan (arte), que embarcaram numa viagem em busca da magia, do mistério, em “Meu Querido Abismo”. O quarto título é de um antigo parceiro da DarkSide, Wesley Rodrigues, que estreia no selo Caveirinha com “O Balde Vazio”.

Nós, Os ETS – O jornalista e escritor Marcel Souto Maior é autor do livro, que nasceu em meio à pandemia. Suas frases se uniram às imagens lúdicas e solares de Mariana - autora e ilustradora de mais de duas centenas de obras (muitas delas premiadas com o Jabuti, entre outros) e ao projeto gráfico da Caveirinha para essa edição, que inclui tintas exclusivas. Quem somos nós? Qual a nossa missão? De onde viemos? Para onde vamos? O que nos move e comove de verdade? São respostas a estas perguntas que eles, os ETs, buscam neste livro.

Anna e o Balão – autores premiados e com olhar crítico em todas as manifestações artísticasFerréz (autor de Capão Pecado) e Fernando Vilela (Lampião & Lancelote) assinam a obra que conta uma história de luto e saudade, mas também de companheirismo, aprendizado e amor, através da personagem Anna. A menina junta moedas para realizar seu maior desejo: fazer um passeio de balão e chegar perto das nuvens, onde poderia reencontrar o pai. Durante o passeio com o sr. Jacob, dono e condutor do balão, Anna rememora e homenageia o pai, narrando os bons momentos que passaram juntos, lembrando do que ele lhe ensinou, tentando abrandar a dor que sente. Através da palavra, da arte e da lembrança, Anna mostra que é possível, sim, apesar de toda a dor, seguir em frente.

Meu Querido Abismo – O que mais pode haver no mar? O que pode haver dentro de cada um de nós?, é o que perguntam Raphael Gancz e Mariana Coan nesta obra dedicada aos pequenos leitores. Meu Querido Abismo parte da curiosidade que todos temos ao mergulhar na imensidão do oceano ou dos compartimentos secretos escondidos em nossa mente. Uma jornada que nos estimula a descobrir o novo, e nos aproxima da magia e do mistério diante da vida. Meu Querido Abismo propõe um diálogo sobre a existência, a criatividade e o saber. Como criar, como produzir arte? Como romper o medo do papel em branco?

O Balde Vazio – o premiado autor e quadrinista Wesley Rodrigues é o autor do título sobre um balde solitário, que tem como único amigo o vento. É ele quem passa para fazer uma visita e o leva para passear, apresentando belas paisagens e o estimulando a conhecer seu lugar no mundo. É assim que ele vai parar perto de uma casinha onde mora um casal de passarinhos, Amnésia e Tristão, que logo encontram o balde e pensam em fazer dele o ninho para seus filhotes. Até que um dia, o vento retorna furioso, formando uma tempestade, e acaba por levar o balde — e os pequeninos pássaros — para longe. É a partir daí que acompanhamos a saga do casal pela perigosa floresta do esquecimento em busca de sua ninhada.

Sobre a DarkSide Books

A DarkSide® Books é a grande casa do terror. Nasceu no Dia das Bruxas, em 2012. Hoje, já mobiliza mais de 1 milhão de leitores nas redes sociais, que colecionam seus títulos — edições sempre caprichadas e em capa dura. A DarkSide® Books se tornou uma referência entre as novas editoras do mercado e mantém uma relação intensa, de admiração e troca, com seus fãs e seguidores, que não deixam de acompanhar, curtir, sugerir títulos e cobrar lançamentos com a Caveirinha. Além da qualidade do design e do acabamento gráfico das edições, esta legião de fãs busca, na DarkSide®, as preciosidades de um catálogo diversificado, que aposta em revelações da literatura mundial, premiadas no exterior (como Andrew Pyper, Caitlín R. Kiernan e Keith Donohue), em ícones do universo do terror e da fantasia (como Robert Bloch, Stephen King e Jim Henson) e em obras-primas que continuavam inéditas no país como Fábrica de Vespas, o premiado livro do autor Iain Banks.