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Variedades
Boteco da Diversidade traz leituras artísticas sobre o feminismo e promove reflexão quanto à sua importância no Sesc Pompeia

Encontro, que acontece no dia 4 de março, reúne DJ Mariana Boaventura, Mel Duarte, BrisaFlow, Barbara Sweet, Issa Paz e Sara Donato, Stefanie Roberta, Danna Lisboa, Lay e Aline Afrobreak

Crédito: Divulgação

O Sesc Pompeia recebe, no dia 4 de março,  a segunda edição do Boteco da Diversidade – projeto que tem como objetivo debater e ampliar a visibilidade de temas relacionados à diversidade cultural e à defesa dos direitos humanos. Neste encontro, no mês do dia internacional de luta pelos direitos das mulheres (8/3), o público é convidado a participar de uma série de atividades que busca abordar as várias realidades do ser mulher no Brasil, assim como abranger aspectos quanto à relevância do combate ao machismo e seus reflexos na arte.

Em um clima descontraído, diferentes intervenções artísticas encontram o diálogo político sobre a pluralidade do feminismo, movimento que historicamente abarca muitas ideias, coletivos e reivindicações.   O Boteco de março conta com a curadoria compartilhada entre o Sesc Pompeia e a escritora Clara Averbuck.

“Analisando a história, fica cristalino que a produção de mulheres, seja artística, científica, política ou de qualquer outra natureza é repleta de exclusão, invisibilidade, opressão e exploração, em todas as épocas, em todos os lugares. Mas também teve, e tem, resistência e luta por direitos e por voz.  Nos últimos anos, o movimento feminista cresceu em todo o mundo. Muito por causa das redes sociais, muitas mulheres passaram a conversar entre si e descobrir que suas histórias, ainda que com particularidades, perpassavam por questões semelhantes”, aponta Clara.

Nesse sentido, ações culturais que enalteçam pensamentos feministas tem ganhado grande importância nas agendas da cidade e nos debates sobre como colocamos em maior evidência trabalhos artísticos construídos e direcionados a mulheres. O Boteco, então, se apresenta como um convite e catalisador de processos criativos e ideias que buscam a democratização do acesso à arte e ao conhecimento, advindos de variadas formas de combate ao machismo (nesta edição) e ao preconceito (em futuras edições), ressalta Larissa Meneses, supervisora do núcleo socioeducativo do Sesc Pompeia.

A edição deste mês conta com a participação performática questionadora das artistas: Carla BorbaMaíra Vaz Valente, Beatriz Cruz, Carina Dias, Charlene Bicalho, Lucienne Guedes Fahrer e Carolina Bianchi.

Mel Duarte, poeta, slammer, produtora cultural e videomaker, comanda o evento como Mestre de Cerimônias. Com dez anos de carreira e dois livros publicados, Mel guiará as apresentações no dia e também nos apresentará a sua poesia.

"Sei que é difícil ter coragem
Mas você dá conta!
Entenda, mulher já nasce pronta
E quando menos perceber
Terão outras inspiradas em você"
                                           
Mel Duarte

O Boteco traz também a força das vozes femininas e feministas das MCs Barbara Sweet, BrisaFlow, Danna Lisboa, Issa Paz, Sara Donato, LAY e Stefanie Roberta.

Para fechar o evento, Aline ConsatantinoDarlita Albino e Franciele Carvalho representam as b-girls, dançarinas de break, acompanhadas do som da DJ Mariana Boaventura.

 

Sobre o movimento feminista por Clara Averbuck

A Primeira Onda Feminista começou no século 19 e se estendeu pelo século 20. Foi quando o movimento se consolidou acerca da luta pela igualdade de direitos para homens e mulheres, que se organizaram e protestaram contra as diferenças contratuais, na capacidade de conquistar propriedades e contra os casamentos arranjados que ignoravam os direitos de escolha das mulheres.

A Segunda Onda Feminista foi, naturalmente, uma continuação da primeira, com as mulheres se organizando e reivindicando seus direitos. No primeiro momento as mulheres lutavam por conquista de direitos políticos, no segundo o movimento estava preocupado especialmente com o fim da discriminação e a completa igualdade entre os gêneros.

A Terceira Onda Feminista dura até hoje e veio para "corrigir" lacunas deixadas pelas primeiras fases do movimento. Começou na década de 90 e serviu também para retaliar algumas iniciativas da Segunda Onda. Essa terceira fase busca contestar definições essencialistas da feminilidade que vinham da visão e experiência de mulheres brancas de classes médias e altas da sociedade. Graças ao feminismo negro e indígena, o movimento passou a considerar questões raciais e socioculturais também, já que as reivindicações das mulheres brancas são bem diferentes das mulheres negras e indígenas, que sempre vivenciaram formas mais profundas de exploração e violência, durante e após os períodos de escravidão no Brasil e em muitos outros países, sem terem acesso às mesmas escolhas e possibilidades atribuídas às mulheres brancas.

Nos últimos anos, os direitos das mulheres ganharam popularidade nas principais mídias, em programas de grandes emissoras e capas de revistas de grande circulação.

Ainda falta muito para dizer que vivemos em um mundo e em um país igualitário, mas o fato desses assuntos estarem em pauta já mostra que, por mais que existam movimentos contrários, o empoderamento das mulheres não tem marcha ré.

 

Sobre as artistas convidadas que fazem parte desta edição do Boteco:

 Clara Averbuck

Escritora feminista brasileira, Clara começou sua trajetória literária publicando os seus textos na Internet. Em junho de 1998, escreveu pela primeira vez para a Não-til, a revista digital da Casa de Cinema de Porto Alegre. Um ano depois, se tornou uma das colunistas do CardosOnline. Em julho de 2001, escreveu sua primeira novela, Máquina de pinball(publicada em 2002) e criou o blog "brazileira! preta", que chegou a ter mais de 1800 acessos diários. Tem mais dois livros publicados: Das coisas esquecidas atrás da estante (2003) e Vida de gato (2004). A popularidade de seus escritos chamou a atenção de diretores importantes do teatro e do cinema. Máquina de Pinball ganhou adaptação para o teatro, roteirizado por Antônio Abujamra e Alan Castelo, em 2003. Este e seus outros dois livros também inspiraram o diretor cinematográfico Murilo Salles que, com a ajuda das roteiristas Elena Soárez e Melanie Dimantas e Clara Averbuck, produziu o filme Nome Próprio (2006/2007), com Leandra Leal no papel principal.

Carla Borba

É artista visual e desenvolve em sua pesquisa as relações entre performance, imagem, corpo, processos colaborativos e questões de gênero. Doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Mestre em Poéticas Visuais (2012) e bacharel em Artes Plásticas (2003). Em 2016, realizou residência artística pelo Programa Público de Performance da Galeria Península (Porto Alegre/RS). Carla recebeu a Bolsa Iberê Camargo (2002) pelo Projeto Álbum de Família, o qual possibilitou sua residência na Cité International e des Arts em Paris. A artista desenvolve e participa de projetos de arte educação com caráter colaborativo e performático. Em 2013, coordenou o Projeto Conversas de Campo da 9ª Bienal do Mercosul (Porto Alegre).

 

Lucienne Guedes Fahrer

Dramaturga, atriz, professora e pesquisadora. Graduada em Artes Cênicas com habilitação em Teoria do Teatro (2000), Mestrado em Artes-Teatro (2011) e Doutorado em Artes-Teatro (2016), todos pela Universidade de São Paulo (USP).  Em 2016, Lucienne foi selecionada para a Residência artística pela The Bogliasco Foundation, com sede em Nova York, para escrever uma nova peça teatral; Cantata para Madalena.

Foi dramaturga e diretora convidada do Teatro de Narradores, com o qual realizou o espetáculo CIDADE CORO – CIDADE FIM – CIDADE REVERSO, em codireção com José Fernando Azevedo. Foi atriz convida da Cia. Balagan (direção de Maria Thaís Lima Santos) no projeto Cabras (2013/2014). Integrante e atriz fundadora do Teatro da Vertigem, com o qual realizou os espetáculos O Paraíso Perdido (1992), Apocalipse111 (2000) e A Última Palavra é a Penúltima 2.0 (2014).

 

Maíra Vaz Valente

Artista da arte da performance, Maíra é formada em Artes Visuais pela Escola de Comunicações e Artes (ECA/USP), e pós-graduanda em “Estudos Brasileiros: Sociedade, Cultura e Educação”. De 2007 a 2012 fundou e coordenou o grupo de estudos Núcleo Aberto de Performance (NAP). Com participação em mostras, festivais apresentações mediativas em que ativa junto de sua audiência.

 

Beatriz Cruz

Artista criadorx paulistanx. O corpo, a cidade e o gênero estão no centro de seu interesse e experiência artística. Atualmente, realiza o Projeto DESANDAR, onde cria e experimenta uma série de programas performáticos para investigar o processo de produção e transformação da subjetividade. Participa do Coletivo Teatro Dodecafônico desde 2008, onde pesquisa intervenção e performance urbana em torno do Projeto DERIVA: Errar é urbano, com o qual foi selecionadx para o Programa “Mergulho Artístico: bolsas de investigação”, da Oficina Cultural Oswald de Andrade

 

Carolina Bianchi

Atriz, dramaturga e diretora teatral. Formada pela Escola de Arte Dramática (ECA-USP). É uma das fundadoras da Cia. dos Outros com a qual realizou os espetáculos Solos ImpossíveisA pior banda do mundoCorra Como um Coelho e Holocausto. Criadora e performer de Mata-me de prazer (realizada em residência em Portugal). Assina a dramaturgia de Antonia - novo espetáculo da coreógrafa e bailarina Morena Nascimento. Codirigiu e fez a dramaturgia de Rêverie, solo da bailarina Morena Nascimento, que estreou no festival Pina 40, na Alemanha. Colaborou. Dirigiu, atuou e produziu a performance multlinguagem Expedição a Marte, realizada no Rio de Janeiro, em junho de 2014. É colunista da revista eletrônica de cultura e literatura CAIS.

 

Charlene Bicalho

É artista e gestora cultural. Ingressou no universo artístico em 2010 com trabalhos que abordam manifestações populares, comunidades tradicionais e o posicionamento da mulher negra dentro da sociedade brasileira. Utiliza como linguagem artística a performance, fotografia e o vídeo para compor a narrativa artística de vários trabalhos.

 

Carina Dias

É atriz e produtora cultural, graduada em Teatro pelo Departamento de Artes Cênicas da UFRGS. Participou do grupo teatral Falos & Stercuse em 2015 fez parte do longa metragem “Nós duas descendo a escada”. Em 2010 participou das apresentações do grupo TheatreduSoleil em Porto Alegre-RS. Trabalhou como produtora cultural na Fundação Iberê Camargo durante oito anos.

 

Mel Duarte

Poeta, slammer e produtora cultural. Atua com literatura independente desde 2006 quando conheceu o movimento dos Saraus na cidade de São Paulo. Faz parte do coletivo “Poetas Ambulantes” e é uma das organizadoras da batalha de poesias voltada para o gênero feminino “Slam das Minas- SP”.  Em 2016 foi destaque no sarau de abertura da FLIP (Feira Literária Internacional de Paraty) e foi a primeira mulher a vencer o Rio Poetry Slam (campeonato internacional de poesia) no Rio de Janeiro. Possui 2 livros publicados de forma independente “Fragmentos Dispersos” 2013 e “Negra Nua Crua” 2016 publicado pela editora Ijumaa.

 

Mariana Boaventura

Exploradora de sons e de ideias, integra o AfroHub – projeto é financiado pela embaixada Britânica e Oxfam e conta com participações de jovens mulheres fortalecidas na luta contra o sexismo e machismo. É a DJ oficial da coletiva ComunaDeusa e compartilha a residência sonora na coletiva Pitangueira, em que apresenta um programa homônimo na RádioSilva.org, dedilhando o #soundsofsiririca e outros sons do mundo. Chefona na Boaventura Discos. Aos ouvidos atentos, toda criatividade e swing da música negra.

 

Bárbara Sweet

MC e cantora atuante na cena do hip-hop desde os anos 2000. Com suas rimas fortes e debochadas que desafiam a estrutura machista, vem chamando atenção no cenário nacional. No momento, está gravando seu primeiro disco.

 

Brisa De La Cordillera  (BrisaFlow)

Cantora filha de chilenos, nascida em Belo Horizonte, criada em Sabará. Conhecida como BrisaFlow, a artista faz jus ao vulgo por ter uma musicalidade livre, com letras que trazem uma pluralidade de temas relacionados à vivência das mulheres e desigualdade social presente na América Latina – envolvendo genocídio étnico e periférico. Iniciou sua carreira em 2010 na cena cultural mineira. Em 2012, mudou-se para São Paulo onde participou de diversos projetos e eventos relacionados a música e aos direitos das mulheres. Mistura sua levada latina com rap e reggae usando a voz e instrumentos. A música “As de Cem” esteve entre as virais do Spotify em 2015 e recebeu o prêmio Olga “Mulheres Inspiradoras”. Em 2016, lançou seu disco “Newen” de forma independente; o trabalho esteve entre as listas dos melhores discos do ano selecionados por veículos como Estadão, Brasileiríssimos e Noticiário Periférico.

 

Issa Paz e Sara Donato

Duo paulista de grande destaque no rap nacional, Issa Paz e Sara Donato uniram-se para lançar o disco “Rap Plus Size”.  Por meio de contextos bem definidos, abordam questões como gordofobia, feminismo, racismo, rap e empoderamento da mulher, afirmando e valorizando sua autonomia.

 

Stefanie Roberta

Referência no rap nacional, a MC de Santo André ficou conhecida por seu trabalho com o coletivo Pau-de-Dá-em-Doido e grupo Simples. Mira a vanguarda, mas tem os pés fincados nas raízes do movimento hip-hop e da militância negra, o que faz com que crie um flow e uma métrica peculiar. Abriu shows de grandes nomes do rap mundial, como De La Soul e Talib Kweli, e gravou com ícones nacionais e internacionais, entre eles Max B.O., Lurdez da Luz, Shirley Casa Verde e DJ Nyack, e a espanhola Indee Styla. Dividiu palco com Mano Brown, Negra Li, Vanessa Jackson e Flora Matos, no projeto “Brown Convida”, e com bandas como o Projeto Nave. Nos últimos anos, vem dando samplesde seu aguardado primeiro álbum solo, “Muita Calma”, com participação de Tatiana Bispo.

 

Danna Lisboa

Cantora, dançarina e mulher trans que vem batendo de frente com o preconceito. Sua voz de timbre grave levanta rimas engajadas com influências fortes do movimento hip-hop e trap. Participou do clipe “Tombei”, de Karol Conka, grande hit de 2014. Em 2016, começou sua carreira como MC com o lançamento do clipe do seu primeiro single, "Trinks". Direcionando seu foco na música e na dança, por meio de rimas estilosas e beats dançantes, seu single de estreia apresenta questões contemporâneas e socialmente engajadas, sem perder o lado divertido da música para a pista de dança. Criou o EP remix da música “Trinks”, além de um clipe oficial e lyric video. Recentemente, lançou o single “Cidade Neon”, acompanhado de um clipe.

 

LAY

Cantora de Osasco, Lay é reconhecida internacionalmente com seu EP de estreia, “129129” (2016), e é uma das mais importantes novas vozes da música urbana brasileira, transitando entre o hip hopR&B e raga. Cria uma nova linguagem para dar conta dos anseios  contemporâneos e da desconstrução dos papéis relegados ao feminino. Lay se inspira na subversão da sexualidade de artistas como Foxy Brown, Lil Kim e Lady Saw, e também na vanguarda pop-contemporânea de FKA Twigs e Princess Nokia, projetando uma nova linguagem que une a voz do gueto às novas perspectivas sócio-tecnologicas. Em 2016, participou do documentário “Beyond Beauty”, da revista britânica i-D, além de se apresentar no Vento Festival, em Ilhabela, e realizar shows em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais. Seu clipe, “Ghetto Woman”, foi indicado a melhor vídeo do ano no festival m-v-f- em 2017.

 

Aline Constantino

Dança breaking desde 2005 e, no ano seguinte, entrou para o Grupo AfroBreak, que tem como objetivo estudar e unir as várias linguagens da música e da dança. Com o grupo, organiza o evento “Rival vs Rival”, que acontece anualmente desde 2007 com o objetivo de integrar pessoas de diferentes localidades (nacionais e internacionais) ao hip-hop e as responsabilidades sociais implícitas na arte, em prol da inclusão social. Realizou duas edições na cidade de Bergen (Noruega), com parceria do FiB (Festival Internacional de Bergen) e CARF (Children At Risk Foundation). Integra a coordenação do projeto "B.girls Art'culando", que visa a união entre a mulher na cena do breaking usando a informação e troca de ideias como arma principal. Ministra aulas de breaking para crianças de 6 a 14 anos na ONG Associação Novolhar – Um Novo Olhar Sobre o Bixiga, no centro da cidade de São Paulo.

 

Constroem o Boteco da Diversidade na edição de março:
Idealização: Larissa Meneses, Daniela Gianpietro, Soraya Idehama, Sabrina Ruiz e Ludmila Almeida (Núcleo Socioeducativo do Sesc Pompeia);
Curadoria Compartilhada: Clara Averbuck, Larissa Meneses e Emília Carmineti;
Produção Executiva: 
Elaine Bortolanza;
Assistente de Produção: 
Heloisa Feliciana;
Artistas Convidadas: 
Carla Borba, Maíra Vaz Valente, Beatriz Cruz, Carina Dias, Charlene Bicalho, Lucienne Guedes Fahrer, Carolina Bianchi (Performance 7 Cabeças). DJ Mariana Boaventura, Mel Duarte, BrisaFlow, Barbara Sweet, Issa Paz e Sara Donato, Stefanie Roberta, Danna Lisboa, Lay, Aline Afrobreak, Darlita Albino e Franciele Carvalho; 
Iluminação e Ambientação Cenográfica: 
Galáxia Cristina Souto e Silvia Mokreys;
Técnico de som e Roadie: 
Duda Gomes e Dennys Vilas Boas;
Identidade Visual: 
Laerte;
Texto da Publicação: Clara Averbuck;
Ilustrações da Publicação: Panmela Castro;

 

Boteco da Diversidade: Feminismo

Dia 4 de março de 2017, sábado – às 20h.
Comedoria
Grátis. 
Retirada de ingressos com uma hora de antecedência na bilheteria do Sesc Pompeia.

Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93.
Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações, acesse o portal sescsp.org.br/pompeia

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