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Você Nunca Esteve Realmente Aqui (2017) - Crítica

Você Nunca Esteve Realmente Aqui (2017) - Crítica

 
"Stand up straight... Stand up straight! Only little girls and fuckin' pussies slouch... "


"Um homem, veterano de guerra, ganha a vida resgatando mulheres presas em cativeiros trabalhando como escravas sexuais. Após uma missão mal sucedida em um bordel de Manhattan, a opinião pública se torna contra ele e uma onda de violência se abate na região."

"You Were Never Really Here" nos brinda com uma das melhores atuações do excelente Joaquim Phoenix da década até agora. Parece que aquela brincadeira de que quanto mais insano o papel, melhor sua atuação é real, pois aqui podemos o associar até mesmo como Jack Nicholson em "O Iluminado", visceral e eficaz, mas em camadas diferentes, claro.
 
Joaquim interpreta Joe, um veterano de guerra atormentado que passa a vida ajudando garotas em problemas realmente sérios envolvendo tráficos sexuais e sempre é rondado por dilemas, mesmo que implicitamente. O longa nos mostra uma violência elegante e "escondida", nos vendendo atmosfera ao invés de "gritos" e "mutilações". Isso funciona por ser um suspense dramático, e não um terror.
 
A fotografia é sensacional, o trabalho de iluminação é um ode ao thriller psicológico e o roteiro é extremamente bem trabalho, porém, a duração do longa não condiz com tamanha proposta. O que é pra ser um filme tenebroso e angustiante do jeito certo, infelizmente acaba sendo até um suspense empolgante no primeiro ato, chato no segundo e bom no terceiro. A atuação do Joaquim é incrível, o roteiro, que é algo muito importante, também é, mas não da pra sustentar um filme desse gênero apenas com esses recursos. Talvez se fosse um média-metragem seria nota 10.
 
A direção de Lynne Ramsay é muito influenciada por dramas/suspenses setentistas como Taxi Driver, então é claramente possível entrar em zona de conforto, mas o tema de conspiração acaba tomando conta da obra mais do que deveria, ao invés de aplicarem mais as questões pessoais das situações apresentadas.
 
Um filme de suspense muito bom, carregado de ótimas atuações, um ótimo roteiro, uma ótima direção, mas não funciona 100% como uma obra de gênero, pois se confunde nos próprios pontos-chaves.
 
 
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