Vida Sana

22 de set de 2019

‘A VIDA INVISÍVEL’, DE KARIM AÏNOUZ, GANHA TRAILER E CARTAZ




Após ser consagrado em festivais internacionais, filme brasileiro escolhido para concorrer a uma vaga nos indicados de melhor filme internacional no Oscar entra em cartaz hoje somente em Fortaleza (CE), com sessões diárias até dia 25, e estreia no circuito nacional em 31 de outubro




“A Vida Invisível” divulgou na manhã desta quinta-feira o seu trailer e o cartaz oficiais. O filme, que entra em cartaz hoje somente em Fortaleza (CE), com sessões diárias até dia 25, estreia no circuito nacional em 31 de outubro.

O cartaz é assinado pela artista visual Manuela Eichner, que vive e trabalha entre São Paulo e Berlim. “O foco foi trabalhar com a força e a angústia coexistente nas personagens. Meu processo de criação é intuitivo e sensorial. As cores do filme me tocaram muito, principalmente o momento em que a luz altera as cores das plantas. Me fez pensar o quanto o feminino arde no Brasil.  O filme é uma obra necessária, onde os medos vividos naquela época insistem em existir. A sensibilidade e profundeza na abordagem do feminismo me emociona e me faz revisitar sombras.  O quanto o controle social e o machismo interrompe a vida, acaba com o encontro. A incomunicabilidade é algo terrível e ameaçador”, analisa Manuela, que usou como referências Almodóvar, Pop Art e o Tropicalismo.



Com distribuição conjunta da Sony Pictures e Vitrine Filmes, o sétimo longa-metragem da carreira Karim Aïnouz vem conquistando prêmios importantes nos principais festivais do mundo, como o Grand Prix da mostra Un Certain Regard, no Festival de Cannes  inédito na história do cinema brasileiro –, além de prêmios do público de Melhor Filme e do júri de Melhor Fotografia, no Festival de Cinema de Lima; e o CineCoPro Award, no Festival de Munique.

Exibido no Toronto International Film Festival para uma plateia com importantes nomes do cinema mundial, como a atriz francesa Isabelle Huppert, o filme teve longos minutos de aplausos ao final da projeção.

‘A Vida Invisível’, que ganhou sua primeira exibição nacional na abertura do último Cine Ceará, foi o escolhido para representar o Brasil na disputa por uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Internacional.

O filme segue ainda para os festivais Mill Valley, em São Francisco, e o Aspen Film Festival, no Colorado, e segue para o BFI London Film Festival, em outubro. Esses festivais concentram grande número de votantes do Oscar e dá início à campanha para a premiação em Los Angeles.

A Vida Invisível’ terá distribuição nos EUA pela Amazon Studios e já foi vendido para mais de 30 países, incluindo Grécia; França; Polônia; China; Hungria; Eslovênia; Croácia; Luxemburgo; Bélgica; Holanda; Sérvia; Argélia; Egito; Irã; Israel; Jordânia; Líbia; Marrocos; Emirados Árabes; Reino Unido; Portugal; Itália; Coréia do Sul; Rússia; Cazaquistão; Ucrânia; Taiwan; Suíça; Espanha e Turquia.

O longa já recebeu elogios de algumas das mais prestigiosas publicações do segmento de cinema no mundo. Segundo David Rooney, do The Hollywood Reporter – que relacionou o filme entre os 10 melhores do Festival de Cannes –, “‘A Vida Invisível’ é um drama assombroso que celebra a resiliência das mulheres, mesmo quando elas toleram existências combalidas”. O crítico ainda chamou a atenção para as texturas brilhantes, as cores ousadas e os sons exuberantes que servem para “intensificar a intimidade do deslumbrante melodrama de Karim Aïnouz sobre mulheres cujas mentalidades independentes permanecem inalteradas, mesmo quando seus sonhos são destruídos por uma sociedade patriarcal sufocante”.

Já para Lee Marshall, do Screen Daily, que também elegeu ‘A Vida Invisível’ como um dos filmes imperdíveis do festival, Karim prova que o “eletrizante e emocionante” filme de época pode ser apresentado de forma verdadeira e ao mesmo tempo ser um deleite. “Com a forte reação crítica e o boca-a-boca que essa contundente e bem-acabada saga familiar parece suscitar, é quase certo que o filme viaje para além do Brasil e dos territórios de língua portuguesa”, prevê o crítico, que adverte: “É melhor você deixar um lenço separado para as cenas finais”.

O jornalista Guy Lodge, da Variety, por sua vez, afirma que o longa-metragem pode ser considerado “um forte concorrente do Brasil na corrida ao Oscar de Melhor Filme Internacional”. 

Livre adaptação do romance de Martha Batalha, ‘A Vida Invisível’ é uma produção da RT Features, de Rodrigo Teixeira, em coprodução com a alemã Pola Pandora, braço de produção da The Match Factory, de Michael Weber e Viola Fügen, além da Sony PicturesCanal Brasil e Naymar (infraestrutura audiovisual), e conta com o financiamento do fundo alemão Medienboard Berlin Brandenburg e do Fundo Setorial do Audiovisual/Ancine

SOBRE O FILME

Definido pelo cineasta como um melodrama tropical, a obra apresenta nos papeis principais duas jovens estreantes no cinema. Tanto Carol Duarte, reconhecida por seu trabalho na TV aberta, como Julia Stockler, experiente atriz de teatro, foram escolhidas após participarem de um concorrido teste com mais de 300 candidatas. O elenco traz ainda Fernanda Montenegro, como atriz convidada, Gregorio DuvivierBárbara SantosFlavio Bauraqui e Maria Manoella.

“Eu trabalhei com um maravilhoso grupo de atrizes e atores. Eles são todos muito diferentes, de diferentes gerações, diferentes registros de atuação - e o desafio foi alcançar o mesmo tom, a mesma vibração”, conta o diretor.

“Eu fiquei profundamente tocado quando eu li o livro. Disparou memórias intensas da minha vida. Eu fui criado no nordeste dos anos 60, numa sociedade machista e conservadora, dentro de uma família matriarcal. Os homens ou haviam ido embora ou eram ausentes. Numa cultura patriarcal, eu tive a oportunidade de crescer numa família onde as mulheres comandavam o espetáculo - elas eram as protagonistas”, recorda Aïnouz. “O que me levou a adaptar ‘A Vida Invisível’ foi o desejo de dar visibilidade a tantas vidas invisíveis, como as de mulheres da geração da minha mãe, minha avó, das minhas tias e de tantas outras mulheres dessa época. As histórias dessas personagens não foram contadas o suficiente, seja em romances, livros de história ou no cinema”, completa. 

Segundo o diretor, trata-se de um melodrama tropical porque a abordagem mistura preceitos clássicos do gênero, mas com um olhar que busca se adaptar a uma contemporaneidade brasileira.

“Eu sempre quis fazer um melodrama que pudesse ser relevante para os nossos tempos. Como eu poderia me engajar com o gênero e ainda torná-lo contemporâneo e brasileiro?  Como eu poderia criar um filme que fosse emocionante como uma grande ópera, em cores florescentes e saturadas, maior que a vida? Eu me lembrava de Janete Clair e das novelas lá do início. Eu queria fazer um melodrama tropical filmado no Rio de Janeiro, uma cidade entre a urbis e a floresta”, pondera.

A colaboração de Rodrigo Teixeira com Karim começou nas origens do projeto. Ao receber o manuscrito de Martha Batalha, o produtor pensou imediatamente no diretor, não apenas pelo estilo de sua filmografia, mas também pela interseção entre o livro e a história familiar do diretor, onde observou a invisibilidade das mulheres conduzidas por uma geração machista.

“Quando eu li o livro eu pensei muito no Karim, tanto pela narrativa ter relação com a história pessoal de vida dele, especificamente com o momento que ele estava vivendo naquela época, e também porque o universo me remetia muito a dois filmes dele: ‘O Céu de Suely’ e ‘Seams’, o primeiro de sua carreira, ambos projetos que falam de mulheres fortes, que lutam para sobreviver na nossa sociedade”, explica Teixeira. “Além disso, há tempos Karim me dizia que gostaria de filmar um melodrama, que queria realizar um longa que se aproximasse de Fassbinder, de Sirk. E vi nessa história da Martha Batalha um potencial melodrama a ser adaptado. Eu e Karim colaboramos há mais de 15 anos e fazia tempo que estávamos buscando uma grande história para voltarmos a fazer outro filme juntos”, continua o produtor.

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As irmãs Guida e Eurídice são como duas faces da mesma moeda – irmãs apaixonadas, cúmplices, inseparáveis. Eurídice, a mais nova, é uma pianista prodígio, enquanto Guida, romântica e cheia de vida, sonha em se casar com um príncipe encantado e ter uma família. Um dia, com 18 anos, Guida foge de casa com o namorado. Ao retornar grávida, seis meses depois e sozinha, o pai, um português conservador, a expulsa de casa de maneira cruel. Guida e Eurídice são separadas e passam suas vidas tentando se reencontrar, como se somente juntas fossem capazes de seguir em frente. 

Com roteiro assinado por Murilo Hauser, em colaboração com a uruguaia Inés Bortagaray e o próprio diretor, o longa – ambientado majoritariamente na década de 50 – foi rodado no Rio de Janeiro, nos bairros da Tijuca, Santa Teresa, Estácio e São Cristóvão.

A direção de fotografia é da francesa Hélène Louvart, que assina seu primeiro longa brasileiro e acumula trabalhos importantes na carreira, como os filmes ‘Pina’, de Wim Wenders; ‘The Smell of Us’, de Larry Clark; ‘As Praias de Agnes’, de Agnès Varda; e ‘Lázaro Feliz’, de Alice Rohwacher, entre outros.  A alemã Heike Parplies, responsável pela edição do longa-metragem ‘Toni Erdmann’, da diretora Maren Ade, indicada ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, assina a montagem.

SINOPSE

Rio de Janeiro, 1950. Eurídice, 18, e Guida, 20, são duas irmãs inseparáveis que moram com os pais em um lar conservador. Ambas têm um sonho: Eurídice o de se tornar uma pianista profissional e Guida de viver uma grande história de amor. Mas elas acabam sendo separadas pelo pai e forçadas a viver distantes uma da outra. Sozinhas, elas irão lutar para tomar as rédeas dos seus destinos, enquanto nunca desistem de se reencontrar.   

FICHA TÉCNICA 

Direção: Karim Aïnouz 
Roteiro: Murilo Hauser  
Co-roteiro: Inés Bortagaray e Karim Aïnouz 
Baseado na obra de Martha Batalha 
Elenco: Carol Duarte, Julia Stockler, Gregorio Duvivier, Bárbara Santos, Flávia Gusmão, Antônio Fonseca, Flavio Bauraqui, Maria Manoella e participação especial de Fernanda Montenegro. 
Produtor: Rodrigo Teixeira  
Co-produtores: Michael Weber e Viola Fügen. 
Empresas produtoras: RT Features, Pola Pandora, Sony Pictures, Canal Brasil e Naymar. 
Produtores Executivos:  Camilo Cavalcanti, Mariana Coelho, Viviane Mendoça, Cécile Tollu-Polonowski, André Novis  Produtor Associado: Michel Merkt 
Diretora Assistente: Nina Kopko 
Direção de Fotografia: Hélène Louvart (AFC) 
Direção de Arte: Rodrigo Martirena  
Figurino: Marina Franco 
Maquiagem:  Rosemary Paiva 
Diretora de Produção: Silvia Sobral  
Montagem: Heike Parplies (BFS) 
Montagem de som: Waldir Xavier 
Som direto: Laura Zimmerman 
Música Original: Benedikt Schiefer 
Mixagem: Björn Wiese 
Idioma: Português  
Gênero: Melodrama 
Ano: 2019 
País: Brasil 

SOBRE O DIRETOR 

Formado em Arquitetura pela Universidade de Brasília, Aïnouz fez mestrado em Teoria e História do Cinema pela Universidade de Nova York e participou do Whitney Independent Study Program. Cineasta premiado e celebrado mundialmente, roteirista e artista visual, realizou diversos curtas-metragens, documentários e instalações. Dirigiu os longas-metragens ‘Madame Satã’ (2002), ‘O Céu de Suely’ (2006), ‘Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo’ (2009, codirigido com Marcelo Gomes), ‘O Abismo Prateado’ (2011, produzido pela RT Features), ‘Praia do Futuro’ (2014), além do documentário ‘Aeroporto Central’ (2018). O próximo longa-metragem, ‘A Vida Invisível’, tem previsão de lançamento no dia 31 de outubro de 2019. Para a televisão, codirigiu com Sergio Machado a minissérie ‘Alice’, filmada no Brasil e transmitida pelo canal HBO em 2008. Aïnouz é um dos tutores do laboratório de roteiros do Porto Iracema das Artes emFortaleza e membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. 

SOBRE A RT FEATURES

Fundada e dirigida por Rodrigo Teixeira, a RT Features é uma produtora nacional e internacional de conteúdo cultural e entretenimento para cinema e televisão, com base em São Paulo, Brasil, e escritório em Nova York, nos EUA. Dentre outras produções, seu currículo conta com os longas-metragens ‘O Cheiro do Ralo’ (2006), ‘O Abismo Prateado’ (2010), ‘Tim Maia’ (2014), ‘Alemão’ (2014), ‘O Silêncio do Céu’ (2016) e a série ‘O Hipnotizador’ (para a HBO Latin America em 2015).     
   
No mercado internacional, produziu os longas Frances Ha (2013), O amor é estranho (2014), Love (2015), Mistress America (2015), A Bruxa (2016), Patti Cake$ (2017) e Me chame pelo seu nome (2017), indicado ao Oscar em quatro categorias tendo sido vencedor por Melhor Roteiro Adaptado. Em 2018, entre outros filmes, produziu o novo filme de James Gray, Ad Astra, protagonizado por Brad Pitt, com previsão de estreia em setembro.
     
Dedicada a trabalhar com jovens e talentosos diretores desde a criação de sua empresa, a RT Features formou uma joint venture com a Sikelia Productions, de Martin Scorsese, com o objetivo de produzir filmes de cineastas emergentes em todo o mundo. O primeiro longa-metragem desta parceria, A Ciambra, estreou na Quinzena dos Realizadores em 2017, e o segundo filme, Port Authority, foi selecionado para o Festival de Cannes e exibido na mostra oficial Un Certain Regard.

A RT Features também teve um terceiro filme exibido em Cannes, The Lighthouse de Robert Eggers, com Willem Dafoe e Robert Pattinson, esteve na Quinzena dos Realizadores, e levou o FIPRESCI – prêmio da crítica internacional, de Melhor Filme. 

SOBRE A VITRINE FILMES 

Em nove anos, a Vitrine Filmes distribuiu mais de 140 filmes. Entre seus maiores sucessos estão "Aquarius" e "O Som ao Redor", de Kleber Mendonça Filho, "Hoje Eu Quero Voltar Sozinho", de Daniel Ribeiro, e “O Filmes da Minha Vida”, de Selton Mello.

Mais recentemente a distribuidora lançou "Divinas Divas", dirigido por Leandra Leal, o documentário mais visto de 2017 e "O Processo", de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional.

Entre os lançamentos de 2019 estão “Divino Amor”, dirigido por Gabriel Mascaro, "Bacurau”, novo filme do diretor Kleber Mendonça Filho em parceria com Juliano Dornelles, e “A Vida Invisível”, Karim Aïnouz. Além disso a Vitrine Filmes segue pelo terceiro ano consecutivo com o projeto de distribuição coletiva de filmes Sessão Vitrine, que durante o ano todo irá lançar longas nacionais em diversas cidades do Brasil.

SOBRE A SONY PICTURES


A Sony Pictures Entertainment (SPE) é uma subsidiária da Sony Corporation of America, uma subsidiária da japonesa Sony Corporation. As operações globais da SPE abrangem produção, aquisição e distribuição de filmes em cinema, home entertainment, televisão e mídias digitais; uma rede global de canais; operação de estúdio, desenvolvimento de novos produtos audiovisuais, serviços e tecnologias. Tudo isto representa a distribuição de entretenimento em mais de 140 países.

Com presença marcante no mercado nacional, a Sony Pictures distribuiu  e/ou co-produziu no Brasil, 22 dos 25 filmes nacionais lançados na década de 90, momento da retomada. Em 2018, através do investimento em inúmeras produções, apostando em novos talentos e diferentes gêneros ao longo dos últimos anos, a Sony chega à marca de mais de 60 filmes nacionais distribuídos e/ou co-produzidos, entre eles: Deus é Brasileiro, O Auto da Compadecida, Carandiru, Cazuza, 2 Filhos de Francisco, Meu Nome Não é Johnny, Chico Xavier, Xingu, Tainá, Confissões de Adolescente, Um Tio Quase Perfeito e Entre Irmãs.

SOBRE O CANAL BRASIL

O Canal Brasil é, hoje, o canal responsável pela maior parte das parcerias entre TV e cinema do país e um dos maiores do mundo, com mais de 300 longas-metragens coproduzidos só nos últimos 10 anos. No ar há duas décadas, apresenta uma programação composta por muitos discursos, que se traduzem em filmes dos mais importantes cineastas brasileiros, e de várias fases do nosso cinema, além de programas de entrevista e séries de ficção e documentais. O que pauta o canal é a diversidade e a palavra de ordem é liberdade – desde as chamadas e vinhetas até cada atração que vai ao ar.

Gastromotiva e Fundação Carrefour lançam a websérie "Comida que Transforma"

Com estreia em 01 outubro, serão transmitidos 20 episódios recheados de informação e receitas zero desperdício que ensinam o uso integral dos alimentos
Um terço de todo alimento produzido no mundo é desperdiçado. E ao mesmo tempo, 113 milhões de pessoas vivem em estado de fome extrema. A websérie “Comida Que Transforma”, com lançamento em 01 de outubro, no canal da Gastromotiva no Youtube, apresenta receitas inovadoras que prezam pelo uso integral do alimento, como meio de combate ao desperdício e à fome. Assista ao trailer completo em bit.ly/TrailerCQT
Para degustar os preparos de entrada, prato principal, sobremesa e conservas, os vídeos trazem  renomados chefs, empreendedores, professores e empresários para conversar sobre Gastronomia Social com Luis Freire e Maristella Sodré, ex-alunos da Gastromotiva e apresentadores da série.
“Trabalhamos há 13 anos para oferecer educação e criar oportunidades para jovens em vulnerabilidade socioeconômica por meio da Gastronomia Social. O Comida Que Transforma é mais uma confirmação do resultado deste trabalho que agora poderá ser assistido por milhões de pessoas ao redor do mundo. O protagonismo desses jovens e de tantos outros nutrem e inspiram a toda nossa equipe”, afirmou David Hertz, Fundador da Gastromotiva e Empreendedor Social.
O projeto foi desenvolvido com apoio da Fundação Carrefour e faz parte das iniciativas do movimento Act For Food, para promover uma transição alimentar que democratize o acesso a alimentos frescos e saudáveis. Uma das metas do movimento é a ampliação da consciência das pessoas sobre o papel transformador da comida em suas vidas, do ponto de vista do bem-estar e do consumo responsável. 
Os 16 episódios iniciais vão ao ar duas vezes por semana, às quartas e domingos. A cada episódio, eles recebem convidados especiais como os chefs Claude Troisgros e Katia Barbosa para essa conversa que começa no prato e vai muito além.
Entre os temas da série estão: Vegetarianismo, com a Chef Tati Lund, do .Org, Empreendedorismo, com Luiz Quinderé, do Brownie do Luiz, Gastronomia Social, com David Hertz, fundador da Gastromotiva, Inclusão e Gênero, com a Chef Amanda Ribeiro do Carioca’s Gourmet e muito mais. A websérie foi co-produzida pela Gastromotiva e Arpoador Comunica Filmes e está disponível em português, inglês e espanhol. Fotografia ficou a cargo da parceira do projeto Cora Food Concept.
“A educação é parte fundamental do nosso movimento e a comunicação, uma ferramenta importante para sensibilizarmos as pessoas a respeito do desperdício de alimentos, oferecendo receitas saborosas com aproveitamento integral dos ingredientes”, avalia Lúcio Vicente, head de sustentabilidade do Grupo Carrefour Brasil.
Haverá ainda quatro episódios finais apresentados em inglês por Diego Santos, também ex-aluno da Gastromotiva e atualmente coordenador de curso em São Paulo, abordando questões sobre diplomacia alimentar a partir de histórias da Nicola Gryczka, polonesa e CEO da Gastromotiva, e dos refugiados sírios, venezuelanos e nigerianos.
“O Comida Que Transforma está alinhado à estratégia de expansão do alcance e aprofundamento do impacto educacional da Gastromotiva. E além. Com este e outros conteúdos queremos contribuir com a formação de novas consciências e ações pautadas pela Gastronomia Social que deem suporte ao alcance dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável”, afirmou a CEO da instituição.
Lista de episódios:
Gastronomia Social – David Hertz – Fundador da Gastromotiva
Culinária Africana e feminismo – Andressa Cabral -  Meza Bar
Processos criativos e Inovação – Chef Katia Barbosa– Aconchego Carioca e Kalangos
Educação e Combate ao Desperdício- Adriana Leal – Unisuam
Orgânicos – Fátima Anselmo – Orgânicos da Fátima
Culinária Francesa e Tradições Familiares - Chef Claude Troisgros-  Grupo CT
Parcerias e Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – Andrea Motta –  Sustentabilidade Coca Cola
Profissionalização e Empoderamento – João Diamante – Diamantes na Cozinha
Cultura Alimentar e Culinária – Juliana Dias – Papo de Cozinha e FACHA
Nutrição – Maria Fernanda Elias -  DSM
Inclusão e Gênero  – Chef Amanda Ribeiro – Carioca’s Gourmet
Vegetarianismo - Chef Tati Lund - .Org
Comida Que Transforma – Claudia Paixão – Ex- beneficiária do Refettorio Gastromotiva
Feminismo na Cozinha - Chef Bianca Barbosa– Aconchego Carioca
Desperdício e Aproveitamento Integral – Chef Ana Ribeiro – Instituto Maniva
Empreendedorismo - Luiz Quinderé – Brownie do Luiz
Episódios em inglês:
Food Diplomacy – Nicola Gryczka, Poland– CEO Gastromotiva
Entrepreneurship– Anas Rjab,  Síria– SimSim Founder
African heritage – Latifa Hassal, Nigéria– Entrepreneur
Cultural integration – Isis and Jorge, Venezuela

Sobre a Gastromotiva: Fundada em 2006 em São Paulo, a Gastromotiva promove inclusão social por meio da Gastronomia Social. A organização, sediada no Rio de Janeiro - onde mantém o Refettorio Gastromotiva em parceria com a Food for Soul e Ale Forbes - também está presente em Curitiba, Cidade do México e San Salvador. Por meio de educação e cursos profissionalizantes, a organização já formou e encaminhou para o mercado de trabalho mais de 5500 jovens em vulnerabilidade socioeconômica, ofereceu educação nutricional a 100.000 pessoas e o Refettorio Gastromotiva já evitou o desperdício de 100.000 quilos de comida em perfeito estado de consumo, transformada em 140.000 pratos de comida por chefs e cozinheiros para pessoas em vulnerabilidade social, principalmente em situação de rua.

Tony Ramos faz leitura de texto inédito em português de Camus



O escritor francês Albert Camus visitou o Brasil em 1949 durante uma turnê pela América do Sul. Para marcar a data, a Editora Record lança a coletânea Camus, o viajante. Em evento promovido pela Editora Record em São Paulo, o ator Tony Ramos realizou uma leitura do texto “O tempo dos assassinos”, publicado pela primeira vez em português na coletânea


Baixe aqui o vídeo da leitura emocionante de Tony Ramos de “O Tempo dos Assassinos”, texto inédito em potugues de Albert Camus, lançado agora pela Ed. Record na coletânea Camus, o viajante: https://tinyurl.com/TonyRamosCamus


PEDAGOGIA DA AUTONOMIA
Paulo Freire

144 pág. | R$ 34,90

Paz & Terra | Grupo Editorial Record


Informações à imprensa:




Escritora supera autodesafio de escrever e publicar livro em 60 dias


CEO da Editora Livra conta em 90 páginas como venceu a depressão e lançou manuscrito em 22 dias

A escritora mineira Alexandra Vidal, 37, lança neste sábado (21), pela Editora Livr(a), seu segundo manuscrito. “Fui ser Livr(a) - Como encontrar a frequência do propósito e fazer acontecer”, foi escrito, revisado, diagramado e publicado em menos de 30 dias. O livro conta a trajetória de mais de 10 anos da autora até finalmente encontrar sua missão de vida e fundar a startup Editora Livr(a), onde também atua como CEO.
Alexandra se impôs um desafio: Escrever e publicar um livro em até 60 dias. A ideia inicial, de acordo com ela, era realizar um workshop para ensinar mulheres a escrever e publicar um livro de não-ficção em dois meses. “Eu senti muita resistência. Algumas pessoas que não se inscreveram enviaram mensagens explicando não acreditavam que fosse possível escrever um livro de qualidade num prazo tão curto. Então decidi eu mesma viver o desafio. Acabei surpreendendo a mim mesma e publicando com menos de 30 dias”, comemora.
Em suas 90 páginas, o livro conta os caminhos percorridos pela escrita ao longo de mais de uma década, passando pela maternidade e três depressões, até encontrar “a frequência do propósito”, para usar suas próprias palavras. “Todas as minhas tentativas estavam de certa forma relacionadas com o desejo mais profundo do meu coração, eu só precisava me sintonizar na frequência certa”, explica.
Na obra, Alexandra levanta uma série de crenças equivocadas que muitas vezes impedem as pessoas de se lançarem em direção aos seus sonhos. Ela também sugere alguns exercícios práticos para ajudar quem está em busca do próprio caminho. “Achar que é difícil encontrar o próprio propósito também é uma crença. Esse caminho pode ser leve”, afirma.
O livro “Fui ser Livr(a) - Como encontrar a frequência do propósito e fazer acontecer” também será lançado em língua inglesa durante uma sessão de autógrafos em Nova Iorque no dia 7 de dezembro. A edição em português já está em pré-venda pelo site da Amazon (https://amzn.to/2kPnjRC ) e também pode ser encomendada em formato de livro físico.

Editora Livr(a)
A Editora Livr(a) é voltada exclusivamente para autoras e escritoras e nasceu com o propósito de despertar mulheres para o poder das suas palavras e das suas histórias, sem deter direitos autorais, e também sem participação no lucro das vendas. A  startup oferece uma completa facilitação literária, que prepara a escritora para o mercado em todos os processos que envolvem o lançamento de um livro, desde a escrita do primeiro capítulo até a publicação da obra. Além de ensinar estratégias de marketing digital para otimizar o lançamento e as vendas.