Vida Sana

21 de set de 2018

Que país queremos ser?

Um debate organizado por mulheres, com economistas mulheres, para mulheres eleitoras, mas aberto a todos os brasileiros  que querem um país melhor
No Por quê? Economês em bom português ( www.porque.com.br ) acreditamos na força e na igualdade das mulheres. Por isso, resolvemos reunir um time feminino para investigar e discutir as plataformas dos principais candidatos à presidência.
As economistas Ana Carla Abrão, Elena Landau e Zeina Latif serão mediadas pela economista e professora Regina Madalozzo e pela rapper e apresentadora do canal Guetonomia  Denise Alves para responder algumas questões essenciais neste momento, como: Como os candidatos pretendem resolver os problemas orçamentários e fiscais para conquistar mudanças? Como trarão eficiência aos serviços públicos? Que reformas pretendem implantar para garantir qualidade para a educação, a saúde e a segurança? O que farão para que nos tornemos um país menos desigual? Suas propostas são viáveis? Estão de acordo com nossa diversidade e anseios? E, sobretudo: Que país queremos ser?
Eleito, o próximo Presidente da República controlará o destino de mais de 200 milhões de pessoas – a maioria, mulheres. Nossas vozes e perspectivas precisam ser ouvidas e respeitadas. Somos 7,5 milhões de votos a mais do que dos homens eleitores. Podemos decidir esta eleição. Podemos conter a imensa e perniciosa polarização, cujos extremos se equivalem em truculência e ameaçam nossa democracia, a imprensa livre e a integridade de instituições e indivíduos.
Vamos ignorar discursos inflamados e vazios e escolher nossos futuros dirigentes com conhecimento, inteligência, racionalidade e  bom senso.
Juntas podemos decidir essa eleição! Vamos construir um futuro para todos, preservando espaços conquistados e protegendo aqueles que amamos. Mulheres, que país queremos ser? #NãoFujaDaLuta
Leia o manifesto: https://goo.gl/jxNBWU
Participe do debate: https://goo.gl/bLNM3J

Data: 24/09
Horário: 14h às 17h
Local : auditório da escola Móbile (Rua Diogo Jácome, 848

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